Poesias Cacerense

"O poeta tem uma alma sublime,/ Alma que o impossível quer sonhar;/ Como um pássaro alado/ As mais altas nuvens voar". Poema: Odair José, Poeta Cacerense - Um poeta nascido às margens do Rio Paraguai expressa aqui o seu sentimento de gratidão por ser cacerense. Para todos apreciadores da eterna poesia.

domingo, 13 de julho de 2025

Amar e esquecer

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 Amar foi sopro,  Fagulha na palha seca.  Mas esquecer,  Ah, esquecer,  É esperar a chuva no deserto.    O amor chegou como um raio:  Sem pe...
sábado, 12 de julho de 2025

Nem sempre sei o que dizer

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Há palavras que não nascem na boca,  Mas no silêncio entre uma respiração e outra.  São sementes tímidas,  Esperando que teu coração seja te...
sexta-feira, 11 de julho de 2025

Algumas lágrimas são poesias

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Algumas lágrimas não caem por dor,  Mas por excesso de beleza acumulada,  Como se os olhos fossem taças transbordando  Versos que não couber...
quinta-feira, 10 de julho de 2025

Monólogo da Senhora dos Vocábulos Altivos

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  Ah, mundo irrequieto e despojado de nobreza,  Por que trocastes o cetro das palavras  Pelo grunhido da pressa e o murmúrio da vulgaridade?...

Nunca digo teu nome

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 Teu nome, quando vem à minha boca,  Vem como um vento que não sabe ser brisa.  Traz a presença da que partiu  E o peso do que não ficou.   ...
quarta-feira, 9 de julho de 2025

O sono me esqueceu

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 A noite passou devagar,  Como se soubesse que eu precisava de mais tempo  Para pensar em você.  E cada estrela parecia acender só para lemb...
terça-feira, 8 de julho de 2025

Nos livros

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 Nos livros, encontrei abrigo.  Em cada página, um espelho do que sou  E do que ainda posso ser.  Amá-los é amar o infinito em pequenas dose...
segunda-feira, 7 de julho de 2025

Fui amado em noites cálidas

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 Beijei bocas  Como quem sorve o néctar das madrugadas,  Mas em cada lábio, deixei intacta minha fome.  O que busco não tem nome,  Não está ...
domingo, 6 de julho de 2025

Os amores que não vivi

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 Houve olhos que cruzaram os meus  Com o silêncio de uma pergunta,  Mas eu não soube responder.  Talvez ali morasse um amor inteiro,  Mas a ...
sábado, 5 de julho de 2025

As vozes da ignorância

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 Gritam alto os arautos da ignorância,  Erguendo verdades de barro em púlpitos de vidro.  Quanto mais vazio o eco,  Mais longe ressoa na pra...

Saudade sentida

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 Quando a saudade vem, feito lamento,  Silêncio em mim se acende, sem medida.  É como um mar que inunda o pensamento,  Mas não encontra voz ...
sexta-feira, 4 de julho de 2025

Ode à Filosofia

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 A filosofia é o silêncio que pergunta,  Mesmo quando o mundo grita respostas prontas.  É a brasa que arde no escuro da razão,  Procurando, ...
quarta-feira, 2 de julho de 2025

Quem ouve as minhas palavras

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 Quem ouve as minhas palavras  Não escuta apenas sons,  Mas recolhe sementes invisíveis  Que plantei com as mãos da alma.    Há ouvidos que ...
terça-feira, 1 de julho de 2025

Fomos iludidos pelo tempo

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 Tenho loucuras em mim  Como estrelas que não dormem.  E ao ver a alvorada romper o silêncio,  Descubro, atônito,  Que nós também, por tanto...
Um comentário:
segunda-feira, 30 de junho de 2025

O sentimento que guardo em mim

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 Guardo em mim o que sinto por você  Como se fosse um segredo escrito no vento,  Um sol que nasce por dentro  Toda vez que penso em teu nome...
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Quem sou eu

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Odair José
Poeta e Escritor Cacerense. Professor de História e Filosofia. Especialista em Gestão Ambiental. Técnico Administrativo da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT. Amante de poesia, literatura, cinema e um eterno aprendiz da arte da escrita...Desenvolvo aqui as idéias que me vem a cabeça...
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