Poesias Cacerense

"O poeta tem uma alma sublime,/ Alma que o impossível quer sonhar;/ Como um pássaro alado/ As mais altas nuvens voar". Poema: Odair José, Poeta Cacerense - Um poeta nascido às margens do Rio Paraguai expressa aqui o seu sentimento de gratidão por ser cacerense. Para todos apreciadores da eterna poesia.

domingo, 21 de junho de 2026

Entre a saudade e o silêncio

›
A saudade não pergunta se desejo sua companhia.  Ela apenas ocupa a cadeira vazia da alma.  Meu suspiro é um diálogo com o invisível,  Como ...

O campo secreto dos sonhos

›
O último pensamento da noite chega manso, sem aviso,  Como um pássaro tardio pousando no silêncio.  Traz nos olhos a poeira das horas vivida...
sábado, 20 de junho de 2026

Delicadeza

›
Quando penso em sair, teus olhos me chamam,  Como quem conhece o caminho do meu regresso.  No silêncio, teu sorriso desfaz minhas certezas, ...

Horizontes

›
Chega um tempo em que o caminho exige uma escolha.  Entre a cerca erguida pelo medo e o campo aberto do possível.  Nenhum dos dois elimina a...

Noites sem você

›
A noite derrama um silêncio sobre o meu peito,  E as horas caminham sem saber para onde vão.  A lua visita a janela com seu brilho desfeito,...
sexta-feira, 19 de junho de 2026

Carrego no peito

›
O sol dissolve seus últimos argumentos,  E a sombra recolhe os restos do meu nome.  Pergunto ao horizonte quem eu fui,  Mas o vento apenas t...

Não penso mais em partir

›
 Não penso mais em partir,  Como quem abandona o vento cansado,  E encontra no teu colo um porto antigo,  Onde o tempo se dobra em silêncio,...

Profecia do Olho que nunca dorme

›
No princípio não havia tiranos.  Havia apenas máquinas.  Pequenas, discretas, úteis,  Promessas de conforto,  Atalhos para o mundo,  Portas ...
quinta-feira, 18 de junho de 2026

O último momento para sonhar

›
 Talvez o último momento para sonhar  Não seja quando os olhos se fecharem,  Mas quando o coração desistir  De acreditar que o amanhã  Ainda...

Quando o pensamento vai até você

›
Se o meu pensamento vai até onde você está,  O meu coração já não permanece onde ficou.  Ele atravessa distâncias invisíveis,  Bate em outr...

Insatisfação amorosa

›
Beijei mulheres como quem morde sombras.  Suas línguas prometiam calor,  Mas eu sangrava frio.  Nada nelas me bastava,  Porque o que me falt...
quarta-feira, 17 de junho de 2026

Os homens da vitrine

›
Ao cair da tarde, quando as telas acendem  Como pequenos altares domésticos,  Caminhamos pelas avenidas do pensamento gasto,  Entre anúncio...

Cada adeus é uma lição

›
Celebro o caminho que percorri, e também as suas perdas,  Celebro as estradas abertas sob o céu imenso,  Os rios que seguem para o mar sem j...
terça-feira, 16 de junho de 2026

A serenidade do pensamento

›
Não temo os ventos que mudam o destino,  Nem as pedras espalhadas pelo chão,  Temo mais o abandono do raciocínio,  Quando a alma entrega su...

A mansidão da aurora

›
Teu olhar tem a mansidão da aurora,  Que chega ao mundo sem alarde algum;  E eu, que julgava meu caminho comum,  Perco-me nele a cada nova h...
‹
›
Página inicial
Ver versão para a web

Quem sou eu

Minha foto
Odair José
Poeta e Escritor Cacerense. Professor de História e Filosofia. Especialista em Gestão Ambiental. Técnico Administrativo da Universidade do Estado de Mato Grosso - UNEMAT. Amante de poesia, literatura, cinema e um eterno aprendiz da arte da escrita...Desenvolvo aqui as idéias que me vem a cabeça...
Ver meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.