terça-feira, 23 de março de 2010

Mefisto



Ela anda de cabeça erguida
Como se fora dona da razão
Tem domínio do que sente
E controla o coração.

Diz que tem o poder de escolher
E decidir o seu destino
Conduzir sua alma livremente
E enganar algum cretino.

Na encruzilhada da vida
Diz que sabe o caminho a seguir
Que não precisa de ajuda
Porque vai aonde quer ir.

Segue firme em seus pensamentos
E de ninguém esconde isto
Só não percebe que na soberba
É controlada por Mefisto.

Esse ser intelectual que dá aos homens a ilusão
De tudo compreender e tudo dominar
A conduz em suas asas mágicas
Ofuscando sua vontade de amar.

Nos seus olhos se contemplam
A triste esperança de uma vida sem sentido
Que se apaga na escuridão da noite
E o sentimento do coração é escorrido.

Poema: Odair

quinta-feira, 18 de março de 2010

Simplicidade em Seu Olhar



Hoje gostaria de dizer, ou melhor, de expressar
Um sentimento grandioso que trago em meu coração.
Não sei o que me fez apaixonar,
Seu sorriso, seu olhar ou mesmo uma simples emoção.
A única coisa que sei realmente
É que a amo de uma forma muito divina.
Quero apenas o seu abraço, o seu calor
E a magia de um beijo de tua boca pequenina.
Às vezes meu amor por você é tanto
Que fico com medo de um dia te perder.
Pra falar a verdade,
Acho que sem você não saberia como viver.
Não me interessa as coisas dessa lida
Não me interessa o sol, a flor, o luar.
O que me interessa nessa vida
É a simplicidade que encontrei em seu olhar.
Sempre fico pensando em uma forma
De dizer-te o quanto meu amor é grande por você.
Mas não encontro essa forma
Então, apenas digo, não consigo te esquecer.

Poema: Odair

segunda-feira, 15 de março de 2010

O que posso fazer, se amo você?



A alma anela por um dia de paz
Na caminhada solitaria da vida.
O anseio de dias menos sufocantes
Na trajetória por mim escolhida.

O desejo que percorre o sentimento
Estraçalha o coração
Transforma os sonhos reais
Na mais pura ilusão.

Caminho na escuridão da noite
Tentando dar paz ao meu viver
Mas, seus olhos me perseguem na noite fria
Me dizendo que não posso te esquecer.

Durante o dia escondo-me do sentimento
E procuro nas lembranças me acalmar
Seu perfume conduzido pelo vento
Vem até mim e de você me faz lembrar.

Quero esquecer o seu carinho
Que um dia me acalmou
Mas, não consigo deixar de pensar
Naquela que meu coração sempre amou.

O que posso fazer se amo você?
É a pergunta que me alucina
Sem ter uma resposta plausível
Porque sua beleza me fascina.

Poema: Odair

terça-feira, 9 de março de 2010

Se um dia eu voltar



Se um dia eu voltar
E não mas ver os seus olhos
Siguirei meu caminho
Sem sentir a sua tristeza.
Mas, se eles lá estiverem
Na esperança da volta
Juro que terei a coragem de fitá-los
Sem medo de me apaixonar.


Odair José
Poeta e Escritor Cacerense

sexta-feira, 5 de março de 2010

Mulher (Uma homenagem a elas!)


Na plenitude dos tempos, no profundo coração
Deus olhou para o vazio existente no universo
De forma sábia e amorosa, na razão
Criou a mulher, essa que canto em verso.

Mulher de encanto e mistério
De coração a ser conquistado
Que chora, sorri e é feliz
Faz-nos querer ser amado.

Mulher que seduz e encanta
Os corações de homens que amam
Mulher que sabe compreender
Quando os mesmos por elas choram.

Mulher é simplesmente a maior criação
Que o universo pode contemplar
É a razão de nossa existência, que emoção
Não é possível viver sem as amar.

Porque esperar que chegue o dia oito
Se todos os dias devem ser importante
Na homenagem a essas que nos ilumina
Por isso meus votos nesse instante.

Poema: Odair

terça-feira, 2 de março de 2010

O Espetacular Homem-Aranha


No universo mágico dos quadrinhos
Lembro-me dos favoritos
Que povoavam minha imaginação
Quando lia os seus escritos.

Aguardava ansioso chegar nas bancas
E, apreensivo, comprava minha revista
Dos grandes heróis da Marvel,
DC Cosmics, e outras diante de minha vista.

Apaixonado pelos heróis e vilões
Sempre tive a minha preferência
Homem Aranha em primeiro lugar
Sempre foi a referência.

Depois de adulto ainda lembro
Do quanto ficava a imaginar
Lendo a história desse aracnídeo
E sua aventura espetacular.

Os filmes do Homem Aranha são um sucesso
Que, aos cinemas, arrastam multidões
São fãs em todo mundo
Que adoram reviver as suas emoções.


Odair José
Poeta e Escritor Cacerense

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Vejo seu sorriso e fico a contemplar-te


Dentro de mim existe um sentimento
Que meus olhos não propagam
Para que o mundo tenha conhecimento
Do amor e angustia que me esmagam.

Caminho como um peregrino alado
Em uma estrada longa e sofrida
Por carregar no peito e sofrer calado
Uma paixão secreta e dorida.

Paixão que nasceu ao contemplar seu olhar
Em um dia alegre de verão
Mesmo com o passar do tempo e vindo o luar
Não mais consegui tira-lo do coração.

Amo-te com um desejo profundo
De aquecer-me em seus braços na noite fria
Apagar de mim a tristeza do mundo
E encontrar no seu carinho a alegria.

Fico parado no tempo como um admirador
Na distancia vejo seu sorriso e fico a contemplar
Enquanto no meu peito surge uma dor
Porque te amo e não posso te falar.

No meu profundo e silencioso sofrer
O tempo parece ser meu inimigo
Pois você segue firme em seu viver
E considera-me apenas como amigo.

Preciso encontrar uma forma de te dizer
O quanto causas em mim um desejo
Que preciso ir além da amizade, o querer,
Possuir teus lábios em um beijo.

Por isso escrevo-te hoje essa poesia
Que expressa, por você, todo meu amor,
Espero que não ache ser apenas uma fantasia
Mas, que venha dar-me o seu calor.

Que ela possa adentrar seu coração
Como uma flecha lançada ao luar
E que transmita a minha paixão
E toda a vontade em te amar.


Odair José
Poeta e Escritor Cacerense

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Aquele Beijo Era o Fim


Foi tão sedutor
Uma prova de amor
Tão caliente
Que minha alma inocente
Até acreditou
Que seria eterno...
Aquele beijo era o fim
De uma viagem
De um sonho
Que deixou meu coração assim
Atordoado,
Sem sentido
Tristonho.


Odair José
Poeta e Escritor Cacerense

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O Vale de Ossos Secos


Do lado oposto do vale estou
E meus olhos a contemplar
Da outra margem a miragem
Que ofusca meu olhar.

Uma beleza indescritível
De uma donzela inocente
De olhos claros sedutores
Que atiça o desejo da gente.

O vale de ossos secos
De indiferentes personagens
Separa a nossa felicidade
E distancia as nossas imagens.

Não permita que esse obstáculo
Interfira em nosso amor
Voaremos os espaços sagrados
Ao sol sentir seu calor.

A paixão de duas almas
Que se amam com devoção
Vence as agruras dessa vida
E dá conforto ao coração.

O vale de ossos secos
Que representa os invejosos
Não pode nos separar
Pois somos vitoriosos.


Poema – Odair

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Sua presença é o que me faz viver


Hoje quero falar de amor
Um sentimento que invade meu coração
Que transforma minha vida
Em um misto de sonho e ilusão.

A tristeza que transcende de seus olhos
Deixa minha vida presa em seu olhar
Na esperança que você compreenda
Todo meu desejo em te amar.

Sua presença é o que me faz viver
Que me mostra o caminho da felicidade
Mesmo que não perceba isso
Dos seus encantos sinto saudade.

Quando não te vejo a caminhar
Sinto falta e desejo de um amor
Que encontro em seu viver
Que tira do meu peito a dor.

Preciso que conheça meu sentimento
O qual não consigo disfarçar
Em todo momento de minha existência
O que importa é te amar.


Odair José
Poeta e Escritor Cacerense

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Miragem


Vejo seus olhos lindos
Que brilham sob a luz do luar
Que me indicam caminhos
Por onde devo trilhar.

Vejo seu sorriso singelo
Que transforma a minha vida
Que afasta a solidão terrível
E mostra-me uma paz querida.

Vejo seu corpo sensual
Que provoca nos olhos a sensação
De um desejo tão profundo
Que invade meu coração.

Vejo a felicidade que trazes
A esse coração sofredor
A paz que transforma o sentimento
E espanta a terrível dor.

Vejo a promessa de um encontro
Que pode trazer a felicidade
Nos braços de uma linda sereia
Não haverá mais saudade.

No alvorecer de um novo dia
Desperto-me dessa viagem
Vejo que você não mais está aqui
E que o que vi foi uma miragem.

Poema: Odair

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Um Amor Que Nasceu Forte


Durante muito tempo carreguei
Uma tristeza muito grande no coração
Um medo que ultrapassava a razão
E a solidão a qual me entreguei.

Sonhos de uma vida com felicidade
Não chegava ao meu sentimento
Pois sempre tinha um arrependimento
De ficar com medo da saudade.

As agruras de um coração ferido
Transpassado pela perda e pela dor
Já não considerava o amor
Para um espírito tão sofrido.

O medo persistia em controlar
A direção que me apresentava
E quanto mais o tempo passava
Ia-se embora o desejo de se entregar.

Ver seus olhos brilhando pra mim
E a meiguice de seu lindo sorriso
Fez-me compreender: é isso que preciso
Para ser feliz enfim.

O medo foi consumido na alvorada
De um amor que nasceu forte
Hoje sei que tenho sorte
Em ter você como namorada.

Poema: Odair

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Lu ... Tipo ... Assim ...


Tipo dengosa.
Um dengo cativante que mexe com o coração.
Que comove a alma de quem a conhece.

Tipo misteriosa.
Um mistério que encanta e fascina
Na esperança de desvendar o seu enigma.

Tipo criança.
Que chora quando não lhe dão o quer
Mas que sorri com a alma
E dá o que tem de melhor:
Um coração sincero.

Tipo mulher.
Que tem a sua sedução
Que tem a sua sensualidade
Mas, nunca, de forma alguma,
Deixa-se levar pela emoção.

Tipo anjo.
Que nos vigia a cada momento
Que nos mostra a sua bondade
E nos protege das ingratidões.

Tipo sereia.
Que grita
Que canta
Mas se transforma.

Tipo princesa.
Que tens seus súditos aos pés
Que atrai até si os olhares
E revela o coração alegre que tens.

Enfim...

Tipo alguém que não conseguimos esquecer.
Quem me dera ter palavras
Para expressar o meu amor por você.

Quero que sejas feliz.
Saudade imensa de você.
Felicidades!

* Dedicado a minha querida irmã Lucimar que faz aniversário hoje. Te amo maninha.

Odair José
Poeta e Escritor Cacerense.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Voar e Ser Livre


Sinto que o tempo nos tem sido cruel.
Tem tirado de nós a paz que sempre nos uniu
O amor que sempre vivemos.
O tempo nos tira o prazer que a saudade constrói.
Tudo tem sido tão rotineiro
Sua vida se esvai de forma trágica
E as feridas da alma não cicatrizam.
O sorriso é amarelo e indócil
E não convencem mais o olhar que vê.
As lágrimas correm pelo cantos
Nas horas silenciosas da noite escura.
O desejo é sufocado pela angústia e temor
Do sonho evaporado pela chaminé.
É preciso ter novas realidades
Quebrar os grilhõs que nos prende a esse sofrimento
Soltar o grito da liberdade
E voar os espaços por nós tão desejados.
O dia da liberdade, enfim, é chegado.
Voe... bata suas asas e voe.
Respire o ar puro das alturas e seja feliz.

Poema: Odair

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Quero Receber Teu Beijo


Nos lindos olhos que tens
Quando brilham ao luar
Nasce o desejo em mim
De para sempre te amar.

No lindo sorriso a desabrochar
De uma boca tão formosa
Surge o anseio de amor
Da minha alma tão fogosa.

Viver sem ver seus lábios
É estar em uma úmida prisão
Quero receber teu beijo gostoso
Para aquecer meu coração.

Poema: Odair