quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Quero Receber Teu Beijo


Nos lindos olhos que tens
Quando brilham ao luar
Nasce o desejo em mim
De para sempre te amar.

No lindo sorriso a desabrochar
De uma boca tão formosa
Surge o anseio de amor
Da minha alma tão fogosa.

Viver sem ver seus lábios
É estar em uma úmida prisão
Quero receber teu beijo gostoso
Para aquecer meu coração.

Poema: Odair

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Desejos de Ano Novo


Nesse novo ano que começa hoje
Quero ser diferente
Quero me entregar mais aos sonhos
E ser bem mais diligente.

Desejo ser bem mais atento
As vozes que saem do coração
Que chegam em nossas vidas
Vindo da mais singela emoção.

Desejo me entregar ao amor
Que sempre nos dá inspiração
E viver uma vida de alegria
Mesmo em meio a frustração.

Desejo que as pessoas vivam
Na intensidade do amor
Pois, com amor tudo se resolve
Mesmo a mais profunda dor.

Desejo que o ano seja de vitórias
Após as duras lutas da vida
Aos bravos que não se entregam
À ilusão que surgem na lida.

Os sonhos tem que ser cultivado
Na busca da realização
Que o Ano Novo possa ser de vitórias
Para as pessoas de bom coração.

Poema: Odair

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Sonhos de Fim de Ano


No apagar das luzes
De um ano que se finda
Nasce dentro de nós
A esperança que resta ainda.

Os sonhos de Fim de Ano
Renovam-se no alvorecer
Do Ano vindouro
Que joga suas luzes no nosso viver.

Promessas que não cumprimos
Voltam a fazer parte dos nossos anseios
E a esperança de fazer tudo certo
É a chama que, de sonhos, nos deixam cheios.

Do ano que se finda
Resta à nós a simplicidade
Do que aprendemos nas lutas
E do que nos deixará saudade.

Do ano que se inicia
Teremos a oportunidade
De fazer tudo certo
E alcançarmos a felicidade.

Poema: Odair

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Por quem derrama suas lágrimas?


Era ainda uma criança
Olhos meigos e tristes ao mesmo tempo
Cheia de sonhos e fantasias
De um mundo que se apresentava diante de si.

Sentia o vazio de uma vida solitária
Desde que fora abandonada
Caminhava longas horas pelas ruas
Na esperança de encontrar uma boa alma.

O olhar daquele jovem a salvou
Aquecendo seu corpo frio após uma noite gelada
Demonstrou a ela mais do que compaixão
Ao entregar-lhe o seu amor.

As noites frias foram substituidas
Pelo corpo quente e feliz daquele jovem
E, seus sonhos foram renovados,
Com a alegria de ser amada por alguém.

Os tempos de alegrias revelaram uma outra solidão
O desejo de sentir outro corpo
Mesmo sabendo que não tinha esse direito
Na penumbra da noite ela arriscou.

Entregou seu corpo e alma ao amante
Vivendo uma vida de pura emoção
Mas, como nada na vida fica oculto
Suas aventuras foram descobertas.

Com os olhos cheios de lágrimas
E o coração apertado de arrependimento
Ela sente o frio das ruas outra vez
E o abandono de quem a amou loucamente.

Por quem derrama suas lágrimas?
É a pergunta que se faz.
Pois, alcançou a felicidade em um amanhecer
E, na noite da aventura, jogou sua vida fora.

Poema: Odair

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O Natal de Stone Halls


Aconteceu em uma pequena cidade do Mato Grosso
No final dos anos oitenta
Circulava pela pequena praça da vila
Uma criança que tinha uma vista atenta.

Na noite anterior, véspera de Natal,
Tinha observado as pessoas em festa
Que passava por ele em meio burburinho
Sem saber que em seu estômago nada resta.

Há poucos dias passados sua mãe tinha ido embora
Deixando que ele pudesse sobreviver
Sem a proteção que só uma mãe pode dar
Em um mundo difícil de crescer.

O pai tinha que trabalhar para sustentá-lo
E com ele não podia, naquele dia, estar.
Enquanto as pessoas festejavam
Para ele não sobrava nem um olhar.

O cheiro suave das carnes sendo assada
Em suas narinas chegavam
Deixando sua fome mais apertada
E uma tristeza que seus pensamentos solapavam.

Não sabia por que passava por aquilo
Pois era uma criança que desejava a felicidade
Que tanto propagavam nesses dias
Mas que, para ele, só existia a saudade.

Com os olhos fundos de tristeza
Olhava para as casas cheias de gente
Sentia-se sozinho naquele universo
E sabia que, para eles, era indiferente.

Em sua cabecinha ficava uma inquirição
Que parecia resposta não ter
Por que falavam tanto em espírito natalino
Se ninguém importava com o seu sofrer?

Poema: Odair

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Sentimento


O sentimento que trago no coração
É a chama que me faz viver
Saber que você não é ilusão
Ajuda minha alma crescer
Se existe na vida uma razão
Em seus olhos pude ver
Hoje vivo essa linda paixão
Que nem o tempo me fará esquecer.

Poema: Odair

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O Minhocão Existe


Na bicentenária cidade cacerense
Às margens do Rio Paraguai,
Segundo as lendas regionais
Existe um minhocão sob a igreja matriz.

Almas passadas confessam
Que viram a serpente caudalosa
Habitando o espaço natural
Entre o rio e a igreja.

Habitantes do presente afirmam
Terem visto tal criatura
Deslizar pelo esgoto da cidade
Nesses dias tão chuvosos.

Talvez essa seja a explicação
Para o entupimento desses esgotos
O minhocão tem obstruido a passagem da água
E causado essa grande inundação.

Poema: Odair

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Incontrolável




O sussurro na noite silenciosa
Seu corpo sendo coberto pela emoção
Sentindo o pulsar de seu coração.

A loucura de um amor
Que provoca na alma sedutora
Um desejo incontrolável.

Não importa ter que explicar
As marcas do amor
Isso é algo inexplicável.

Poema: Odair

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

O olhar que tens



Seus olhos fizeram-me apaixonar
Ao irradiar tamanha beleza
Sonhos que me levou te desejar
Depois de ver a sua singeleza.

O olhar que tens, menina linda,
É um encanto feito pelo criador
Desperta nas almas inocentes
O desejo pelo seu amor.

O sorriso, singelo e encantador
Consegue o coração alegrar
Ao sorrir com sua alma
Faz-nos, por ti, apaixonar.

Você é uma flor, em um jardim florido,
Que exala uma fulgurante fragrância
Você é uma linda rosa
Repleta de elegância.

Falar de sua beleza é simples
Pois você tem uma beleza que seduz
Ao poeta que te descreve
O sonho de seus olhos conduz.

Poema: Odair

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Alvorada Voraz



Sinto o seu perfume espargido pelos ares
Numa fragrância que conquista e seduz
Detenho-me, então, no amanhecer
Pois, seu encanto, ao paraíso me conduz.

Fico imaginando nos dois
Fixando no mesmo ponto o olhar
Abraçados numa comunhão perfeita
Que entrelaça as formas de amar.

Na alvorada voraz da vida
Seus olhos foram o encanto da felicidade
Que chegou ao coração solitário
E espantou toda a saudade.

O amor é o presente de cada alvorecer
Que vejo nos seus olhos, querida,
A razão da felicidade que tenho
E que sempre quero em minha vida.

Poema: Odair

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

36


36 é o número de anos que completo hoje...
Um lapso de vida em meio a vastidão do universo.
Momentos que são eternos
Pois traduzem sentimentos de uma vida abençoada.
Agradeço a Deus pela vida que me deu
Pois no Livro dEle
Os meus dias estão registrados antes mesmo do meu nascimento.
Cada segundo que vivo
É pela grande misericórdia de um Deus soberano
Que soube me amar e cuidar
Mesmo eu não sendo merecedor desse cuidado.
Agradeço de coração pelos amigos que tenho
Pela familia maravilhosa
Pelo conhecimento que me proporcionou adquirir
E, por fim, por todas as coisas boas que aconteceram nesses 36 anos.
Creio que dias maravilhosos ainda estão por vir
E, confiando nessa Graça Maravilhosa
Sigo na esperança de uma vida sob o cuidado de um Deus que me ama.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Igual ao Sol


Qual seria o sentido da vida
Se tivesse dado-lhe aquele beijo?
Os sonhos são tantos
Os desejos são enormes.
Mas você é igual ao sol.
Posso vê-lo todo dia, no entanto, nunca posso alcançá-lo.
Assim é você com seu encanto.
Se eu quiser posso vê-la todo dia,
Mas de que adianta?
Parece que nunca vou tê-la em meus braços.
Me diga de uma vez
O que é melhor para mim.
Por que ter medo de viver esse momento
Se a vida passa tão rapidamente?
Qual será o sentido da vida
Quando estiver velha e se lembrar
Que nunca me deu uma chance de provar
Os seus lábios de menina?

Poema: Odair

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Elogio a Ignorância


Quem são estes que insistem no conhecimento
Como sendo a razão completa da vida?
Se a vida que vivemos é uma busca incessante
Pela sabedoria em algum lugar escondida.

Clamas nas praças e avenidas
Que o conhecimento é a solução dos problemas
E, quanto mais conhecimento se tem ao longo do tempo,
Mais aumentam nos homens seus dilemas.

Eis que vive em cada esquina e ruas da cidade
Aquela que os abraça com um adoto apertado
Dentro das salas e bancos escolares
Fazendo dos homens um eterno dominado.

Ela está em toda parte e com todos
Legando os seus tentáculos com suave dominação
Provando que o conhecimento não existe
E que ela é a senhora da vida e do coração.

Poema: Odair

sábado, 10 de outubro de 2009

Bicicletas em Cáceres.

Pedalar...
Pedalar...
Pedalar...
Até no meu destino chegar.



Poema: Odair
Fotos: Odair
Montagem: Odair

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Cáceres 231 anos - Parabéns Princesa!


Cáceres do meu sonho
e da minha realidade.
Nascer, crescer e viver em ti
Me enche de felicidade.

231 anos completas hoje
Cheia de alegria e paz.
Aos que te amam um abraço
E que não te esqueçam jamais.

Poema: Odair.