"O poeta tem uma alma sublime,/ Alma que o impossível quer sonhar;/ Como um pássaro alado/ As mais altas nuvens voar". Poema: Odair José, Poeta Cacerense - Um poeta nascido às margens do Rio Paraguai expressa aqui o seu sentimento de gratidão por ser cacerense. Para todos apreciadores da eterna poesia.
sábado, 10 de maio de 2025
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sexta-feira, 9 de maio de 2025
O rosto nu do coração
quinta-feira, 8 de maio de 2025
O que buscas?
quarta-feira, 7 de maio de 2025
Lançamento do livro "Pensamentos Poéticos" de Odair José da Silva
segunda-feira, 5 de maio de 2025
Dor sem palavras
domingo, 4 de maio de 2025
O último suspiro
Viver é mais que existir
sábado, 3 de maio de 2025
Saudade, ciúme e desespero
Febre mansa
Esperança e vontade
sexta-feira, 2 de maio de 2025
O que realmente importa?
O dia mal começou e já tem bilhete no grupo da escola, recado da coordenação, mudança na grade, aluno esperando explicação, pai pedindo retorno, e a tal planilha que precisa ser entregue “com urgência”.
Você respira fundo, encara a lista de pendências e mergulha. Corrige provas no intervalo, responde mensagem na hora do almoço, prepara aula de última hora. Resolve tudo. Ou quase tudo.
Mas lá no fundo, sabe que mais uma vez o importante ficou para depois. A conversa individual com aquele aluno mais quieto. A ideia nova de projeto que você teve no banho e que parecia incrível, mas ficou para depois porque o tempo apertou. O café com os colegas que faz falta. O tempo para estudar, para criar, para lembrar por que você ama ensinar.
Porque ser professor virou também ser bombeiro. Apagar incêndios o tempo todo — e nem sempre tem água para tanto fogo. E o que é essencial, aquilo que de fato transforma a educação — o vínculo, o cuidado, a escuta, a criação — fica espremido entre uma urgência e outra.
Mas é isso: o urgente grita. O importante sussurra. E se a gente não escuta, ele vai embora.
A pergunta que fica é: quanto daquilo que realmente faz sentido estamos deixando para depois?
Porque, no fim das contas, ensinar é mais do que cumprir prazos. É estar inteiro. E a gente só consegue estar inteiro quando o que importa tem espaço para florescer.
Crônica: Odair José, Poeta Cacerense




























