quarta-feira, 19 de março de 2025

É veneno o teu encanto

 Teu olhar, centelha ardente, 
Queima a alma, prende a mente, 
Num feitiço tão sutil, 
Que vicia, é doce, é vil. 
 
Teu toque, brisa envenenada, 
Suave, leve, enlaçada, 
Entre beijos e meu egoísmo, 
Deixo-me cair no abismo. 
 
E se é veneno o teu encanto, 
Bebo a taça sem espanto, 
Pois morrer de amor assim, 
É um destino bom pra mim. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

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