sábado, 7 de outubro de 2023

Busque o que é eterno

Firme-se no que dura para sempre 
Não na beleza transitória 
Que se acaba com o tempo 
Observe as flores 
Belíssimas e perfumadas hoje 
Murchas e deterioradas amanhã 
Enquanto isso 
Apesar de feias e solitárias 
As pedras duram milênios 
Nunca prefira o efêmero 
Antes, busque o que é eterno 
A beleza é passageira 
A sabedoria é eterna 
Procure sondar a beleza interna 
O que está no coração das pessoas 
Não se deixe ser levado 
Pelas aparências 
Os olhos podem nos enganar 
Os nossos desejos também 
Mas, a essência da alma não falha 
E a sabedoria deve ser nossa companheira 
Na difícil jornada da existência. 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Cáceres, 245 anos!

Cáceres, cidade querida do Mato Grosso, 
Neste dia especial, erguemos o nosso rosto, 
Para celebrar o teu aniversário, com carinho e emoção, 
Homenageando a tua história e a tua tradição. 

Às margens do Rio Paraguai, te encontramos a brilhar, 
Cidade de belezas naturais, que nos fazem suspirar, 
Com tuas margens, rios e matas a se estender, 
Cáceres, és um pedaço do paraíso que podemos ver. 

No teu passado, a bravura dos bandeirantes se fez presente, 
Explorando estas terras, desbravando o continente, 
Hoje, és um símbolo de orgulho, de força e de união, 
Uma cidade que cresce, com determinação. 

Tuas ruas contam histórias, de lutas e desafios, 
De um povo que trabalha, que desbravam os rios, 
Em busca de construir um futuro ainda mais grandioso, 
Cáceres, és um lugar verdadeiramente valioso. 

Neste dia especial, Cáceres, te saudamos com amor, 
Desejando que a prosperidade seja teu maior fulgor, 
Que a paz e a harmonia sempre estejam em teu seio, 
E que em teu aniversário, haja muitas alegrias em teu meio. 

Cáceres, Mato Grosso, és um tesouro sem igual, 
Nossa homenagem a ti, hoje e sempre será total, 
Que sigas a trilhar um caminho de sucesso e luz, 
Feliz aniversário, Cáceres, cidade que nos seduz! 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Em homenagem aos 245 anos de Cáceres, MT

quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Na quietude da alma

Na quietude da alma, lá no âmago, 
Uma voz profunda emerge, serena e terna, 
É o eco interior, um suave afago, 
Que nos guia na vida, a luz eterna. 
 
É a voz que sussurra, nos momentos de aflição, 
Um conselho sábio, a direção a seguir, 
Como um farol na noite escura, a mão 
Que nos conduz no mar bravio a persistir. 
 
É a voz que conhece nossos anseios mais profundos, 
Que entende nossos medos, sonhos e desejos, 
Ela nos acalma em meio aos mares bravios do mundo, 
Nos faz enxergar caminhos, novos lampejos. 
 
Essa voz da alma, nossa guia interior, 
É um tesouro precioso, um dom divino, 
Devemos ouvi-la com atenção, com fervor, 
Pois nela reside a sabedoria do destino. 
 
Então, em silêncio, vamos nos voltar, 
Para essa voz serena que habita em nosso ser, 
Pois é nela que podemos nos encontrar, 
E seguir a jornada que nos faz renascer. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

O amor tomou conta de mim

 Ouça o que vou te falar 
Expresso o sentimento do coração 
O amor que sinto na alma 
Que nem mesmo sei expressar direito 
Porque é tão profundo 
Tão imenso e singelo 
Que você ocupa todos os espaços 
Faz parte dos meus pensamentos 
E eu não sei o que fazer sem você 
Porque sinto minha vida 
Em sintonia com o seu coração 
E você me olha com esse olhar 
Abre esse sorriso sedutor 
Único e tão meigo 
Que abala todas as minhas estruturas 
Eu não queria que acontecesse 
Mas, o amor tomou conta de mim 
Desde o dia que vi o seu lindo olhar. 
 
 Poema: Odair José, Poeta Cacerense

Cáceres, nascida Vila Maria

Nas margens do Rio Paraguai, Cáceres repousa serena, 
Uma cidade encantadora, bela e nem tão amena. 
Nascida como Vila Maria, cresceu com esplendor, 
No coração de Mato Grosso, um tesouro de valor. 

Às margens do rio que serpenteia com esplendor, 
Cáceres se ergue, majestosa e cheia de amor. 
Seu povo acolhedor, de sorriso a brilhar, 
É a essência dessa terra, a sua luz a irradiar. 

Na Praça Barão, o centro da vida e da paz, 
Histórias se entrelaçam, num cenário audaz. 
A Catedral se eleva, apontando aos céus de resplendor, 
Como um farol de fé, onde a alma sente o amor. 

Fronteira de horizontes, laços culturais, 
Cáceres é o encontro de povos, sem rivais. 
Mistura de culturas, cores e sabores, 
Nessa terra, o amor transcende, é um compor de amores. 

E assim, Cáceres floresce, orgulhosa e forte, 
No coração do Brasil, em sua própria sorte. 
Oh, cidade querida, és um presente a brilhar, 
Cáceres, és tesouro, és pérola desse lugar. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense
Em homenagem aos 245 anos de Cáceres

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Imensidão

Seu olhar invadiu meu coração 
Me perdi na imensidão; 
Sem saber para onde ir 
Deixei a incerteza partir; 
Com você aprendi a sonhar 
Desde que vi o seu lindo olhar; 
Não me peça para esquecer 
Porque sem você não posso viver! 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense

Cáceres, erguida com glória

À beira do Rio Paraguai, erguida com glória, 
Cáceres, cidade que conta sua história, 
Um cais sereno, de águas a refletir, 
O passado, presente, num eterno fluir. 

No coração de Mato Grosso, és joia rara, 
Onde a natureza e a cidade se entrelaçam, clara, 
O rio serpenteia, sereno em seu traçado, 
Cáceres, nesse cenário, és um sonho abençoado. 

Cidade das águas, da pesca e do calor, 
O Pantanal, seu vizinho, é teu grande amor, 
Na flora e fauna, na vida que pulsa forte, 
Cáceres, és testemunha desse lindo norte. 

Na praça da Igreja Matriz, a história se revela, 
Em cada pedra, em cada rua, ela é bela, 
As tradições se misturam, num encontro plural, 
Cáceres, és um livro vivo, um museu natural. 

Imagem de um passado, com fé e muita devoção, 
Cáceres, és o retrato de uma terra de pura emoção, 
Na memória, no presente, no teu povo a lutar, 
Cáceres, és a alma do Mato Grosso a brilhar. 

Assim, junto ao rio, na cidade a sonhar, 
Cáceres, és um tesouro, és um lugar singular, 
Guardiã de uma história, de um passado a construir, 
Cáceres, és a joia de Mato Grosso a reluzir. 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Em homenagem aos 245 de Cáceres, MT

Só preciso de você

Forma sublime de me olhar 
Com a beleza 
No seu singelo olhar 
Não deixo de sonhar 
Com o seu sorriso 
Tão encantador 
É só o que preciso 
Para viver esse amor 
E não deixar a solidão 
Permanecer no meu coração 
Em você encontrei 
A paz que tanto procurei 
E por isso posso dizer 
Que só preciso de você! 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Cáceres é farol que ilumina

Em Cáceres, cidade de sonhos e magia, 
O passado e o presente se entrelaçam com alegria. 
Nas margens do rio, no coração do cerrado, 
A história ancestral é um tesouro resguardado. 

Cáceres, berço de memórias e tradições, 
Guardiã das histórias de muitas gerações. 
Seus casarões coloniais contam segredos mil, 
Do tempo em que o sertão era um vasto covil. 

No toque suave do vento no pantanal, 
Ecoam vozes antigas, um canto sem igual. 
Os povos originários, a cultura a florescer, 
Em cada dança, em cada canto, a história a renascer. 

Cáceres, terra de lutas e resistência intensa, 
Onde a liberdade foi a grande recompensa. 
Nas águas do Rio Paraguai, a vida a pulsar, 
Cáceres, em teu seio, nosso orgulho a ecoar. 

No sonho ideal de um mundo mais justo e igual, 
Cáceres é farol, guia-nos nesse ideal. 
Comunidade unida, com amor e em prece, 
Cáceres, és a esperança que o coração aquece. 

Em cada praça, em cada rua, em cada coração, 
Cáceres, tu és luz na escuridão. 
Com tuas memórias, com tua história a brilhar, 
Cáceres, és o sonho que nunca irá se apagar. 

Assim, em versos, celebro Cáceres com paixão, 
Cidade de encantos, de sonhos e tradição. 
Que o tempo preserve tua beleza sem igual, 
Cáceres, és eterna, és nosso patrimônio cultural. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Em homenagem aos 245 anos de Cáceres, MT

Raízes

Nas raízes da existência, profundas e ancestrais, 
A história da humanidade, como um livro de pergaminhos, 
Escrita com tintas da evolução, traços elementares, 
Uma dança cósmica, de átomos e destinos nos caminhos. 

No princípio, átomos se uniram, num abraço atômico, 
A física desvelando os segredos do tempo e do espaço, 
Da energia que se entrelaça, em movimentos quânticos, 
E surgiram estrelas, galáxias, o universo num compasso. 

Da química nasceu a vida, em reações misteriosas, 
Moléculas dançaram, formando os primeiros seres, 
Água, carbono, fósforo, ingredientes das prosas, 
E assim surgiram os viventes, em vastos albores. 

Na biologia, a teia da vida se teceu com primor, 
Células se multiplicaram, evolução em constante fluxo, 
Dos organismos unicelulares ao homem, o criador, 
Raízes da árvore da vida, num eterno e belo nexo. 

Na história, escrevemos nossa jornada, com vigor, 
Civilizações floresceram, culturas se entrelaçaram, 
Somos herdeiros de passados, de lutas e de amor, 
Nossas raízes, um legado que jamais se apagaram. 

Assim, nas raízes do conhecimento e da existência, 
Encontramos a interdisciplinaridade, a ciência e a arte, 
Somos parte de um todo, com diversidade e abrangência, 
Nosso ser, nosso mundo, em cada raiz, é parte e parte. 

Poema para a Mostra Científica CEAF 2023 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Esconderijo

 Saia das sombras e permita se ver 
Não precisa esconder a sua dor 
No mundo ainda não existe ninguém 
Que não tenha sofrido uma desilusão 
O tempo é cruel com alguns 
É lento demais para outros 
E sempre acaba escondendo algo que não gostaríamos de ver 
Não se preocupe com isso 
Apenas olhe nos meus olhos e reflita 
Veja o que está além do olhar 
Que está guardado no coração 
As tristezas de uma tarde de verão 
Que bem poderia ter sido silenciada com o tempo 
Mas que deixou apenas uma sensação profunda de solidão 
Saia das sombras e sinta o calor do sol no seu rosto 
Fale o que esconde no coração magoado 
Livre-se da angústia que atormenta a sua alma 
Não vale a pena ficar remoendo as mágoas 
Não vale sofrer por quem não merece a sua lágrima 
O mundo dá voltas 
O tempo continua mesmo que você não perceba 
Ninguém irá parar para te estender as mãos 
Porque cada um carrega a própria dor no coração 
E a vida é sempre essa caixinha de surpresas 
Que revela as incertezas do coração 
Quando você pensa que está tudo bem 
O castelo de sonhos se desfaz no ar 
Como se tudo não passasse de uma brincadeira de mal gosto 
Nem precisa olhar para mim 
Eu não posso resolver os seus problemas 
Quando nem mesmo consigo solucionar os meus 
Então saia do seu esconderijo e siga sua jornada 
Não há espaço para covardes 
Não há memórias para os que desistiram na caminhada 
Siga o seu caminho e vá em direção ao seu destino. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

Cáceres, símbolo de lutas

Cáceres, cidade de encanto e bela história, 
Às margens do Rio Paraguai, tão gloriosa, 
Bicentenária, és berçário da vida pantaneira, 
Onde a poesia da natureza é verdadeira. 

Teus horizontes se estendem aos infinitos, 
O Pantanal, tesouro que reluz de tão bonito, 
Águas serenas refletem teus encantos singelos, 
Cáceres, nos corações, preenche cantos belos. 

Tua poesia se tece nas águas calmas, 
Nas aves que voam, nas matas, nas palmas, 
Na alma hospitaleira de teu povo gentil, 
Que acolhe a todos com sorriso a mil. 

Bicentenária, Cáceres, és símbolo de luta, 
Na construção desta terra, tens gente na labuta, 
Guardiã da tradição, da cultura e da vida, 
Teus filhos honram tua história tão querida. 

Rio Paraguai, teu companheiro eterno, 
Nas tuas margens, o amor é sempre tão terno, 
Que aquece os corações em teu encanto, 
Cáceres, cidade que a todos abriga em seu canto. 

Que sigas, Cáceres, em tua jornada, 
Com tua beleza sempre aclamada, 
Poética, hospitaleira, tão encantadora, 
Cidade bicentenária, és muito inspiradora. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Obs. Em homenagem aos 245 anos da Princesinha do Rio Paraguai.

A melodia das canções perdidas

Não se ouve mais o cantos dos pássaros 
Quando se anda no deserto 
Não há sombras pelo caminho 
Apenas pedras que ferem os nossos pés
Uma chuva fria em um dia cinzento 
Quando se perde a esperança 
Não pode haver novos horizontes a despontar 
Destruíram tudo que podiam 
Na ganância desenfreadas de loucos ambiciosos 
E o mundo chegou a esse ponto sem retorno 
A melodia das canções perdidas 
Nunca poderá ser apreciadas 
Por ouvidos sensíveis 
Nem mesmo por poetas solitários em seus quartos 
Quando a vida está por um fio 
Se olha pela janela e percebe que o tempo se foi 
Que não se pode fazer mais nada 
Porque não soube aproveitar a vida que teve 
As canções perdidas poderiam revelar 
O que sempre desejou no coração 
Mas tornou-se um imbecil pertinaz 
Quando esqueceu-se de olhar para a própria alma 
E não se pode fazer mais nada 
Quando se rompe os limites da consciência 
O que resta agora é ver a fumaça subir 
Das chamas que queimam os últimos vestígios 
De uma existência falida da humanidade. 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense

domingo, 1 de outubro de 2023

Cáceres, Terra de Beleza Singular

Cáceres, cidade de encanto e linda história, 
Bicentenária, cheia de glória e memória, 
Nas margens do Rio Paraguai, te ergues altaneira, 
Terra de muita força e beleza verdadeira. 

No coração de Mato Grosso, és berço, 
De um povo que luta, que é firme e sempre valente, 
Familiar por natureza, com seu jeito atraente, 
Acolhendo a todos com carinho e muito apreço. 

Princesinha sem realeza coroada, 
Com o verde das matas e uma água abençoada, 
Tuas ruas nos contam segredos antigos, 
De batalhas, de sonhos, de destinos amigos. 

Teu casario colonial, tão singelo e raro, 
Guarda lembranças de um tempo precioso, 
E no por do sol, do teu céu glorioso, 
Pinta quadros de cores no firmamento claro. 

Cáceres, tu és uma joia do Pantanal, 
Teu povo é valente, hospitaleiro e leal, 
Bicentenária, és orgulho do Brasil, 
Neste poema, te saúdo com fervor no coração a mil. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Obs. Em homenagem aos 245 anos de Cáceres, MT

Outubro Rosa e a Conscientização

Em outubro, o rosa se destaca no ar, 
Um mês de conscientização a brilhar, 
Na luta contra um mal que não queremos mais, 
O câncer de mama, que é nosso desafio tenaz. 

A esperança floresce como uma rosa em flor, 
No coração de todos, no amor que é maior, 
Unidos na luta, mãos dadas com coragem, 
Venceremos juntos essa triste passagem. 

Cuidado é a palavra, ação é o caminho, 
Exames preventivos, o nosso destino, 
Com solidariedade, apoio e dedicação, 
Vamos vencer essa dura situação. 

O outubro rosa nos lembra do cuidado, 
Com a saúde das mulheres, lado a lado, 
Compartilhando histórias, força e união, 
No outubro rosa, erguemos a bandeira da ação. 

Que este mês nos inspire, nos motive a agir, 
Para que o futuro seja mais feliz a sorrir, 
Com a conscientização, a esperança e o cuidado, 
Vamos vencer o câncer, não podemos ficar parado. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense