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sexta-feira, 6 de outubro de 2023

Cáceres, 245 anos!

Cáceres, cidade querida do Mato Grosso, 
Neste dia especial, erguemos o nosso rosto, 
Para celebrar o teu aniversário, com carinho e emoção, 
Homenageando a tua história e a tua tradição. 

Às margens do Rio Paraguai, te encontramos a brilhar, 
Cidade de belezas naturais, que nos fazem suspirar, 
Com tuas margens, rios e matas a se estender, 
Cáceres, és um pedaço do paraíso que podemos ver. 

No teu passado, a bravura dos bandeirantes se fez presente, 
Explorando estas terras, desbravando o continente, 
Hoje, és um símbolo de orgulho, de força e de união, 
Uma cidade que cresce, com determinação. 

Tuas ruas contam histórias, de lutas e desafios, 
De um povo que trabalha, que desbravam os rios, 
Em busca de construir um futuro ainda mais grandioso, 
Cáceres, és um lugar verdadeiramente valioso. 

Neste dia especial, Cáceres, te saudamos com amor, 
Desejando que a prosperidade seja teu maior fulgor, 
Que a paz e a harmonia sempre estejam em teu seio, 
E que em teu aniversário, haja muitas alegrias em teu meio. 

Cáceres, Mato Grosso, és um tesouro sem igual, 
Nossa homenagem a ti, hoje e sempre será total, 
Que sigas a trilhar um caminho de sucesso e luz, 
Feliz aniversário, Cáceres, cidade que nos seduz! 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Em homenagem aos 245 anos de Cáceres, MT

quinta-feira, 5 de outubro de 2023

Cáceres, nascida Vila Maria

Nas margens do Rio Paraguai, Cáceres repousa serena, 
Uma cidade encantadora, bela e nem tão amena. 
Nascida como Vila Maria, cresceu com esplendor, 
No coração de Mato Grosso, um tesouro de valor. 

Às margens do rio que serpenteia com esplendor, 
Cáceres se ergue, majestosa e cheia de amor. 
Seu povo acolhedor, de sorriso a brilhar, 
É a essência dessa terra, a sua luz a irradiar. 

Na Praça Barão, o centro da vida e da paz, 
Histórias se entrelaçam, num cenário audaz. 
A Catedral se eleva, apontando aos céus de resplendor, 
Como um farol de fé, onde a alma sente o amor. 

Fronteira de horizontes, laços culturais, 
Cáceres é o encontro de povos, sem rivais. 
Mistura de culturas, cores e sabores, 
Nessa terra, o amor transcende, é um compor de amores. 

E assim, Cáceres floresce, orgulhosa e forte, 
No coração do Brasil, em sua própria sorte. 
Oh, cidade querida, és um presente a brilhar, 
Cáceres, és tesouro, és pérola desse lugar. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense
Em homenagem aos 245 anos de Cáceres

quarta-feira, 4 de outubro de 2023

Cáceres, erguida com glória

À beira do Rio Paraguai, erguida com glória, 
Cáceres, cidade que conta sua história, 
Um cais sereno, de águas a refletir, 
O passado, presente, num eterno fluir. 

No coração de Mato Grosso, és joia rara, 
Onde a natureza e a cidade se entrelaçam, clara, 
O rio serpenteia, sereno em seu traçado, 
Cáceres, nesse cenário, és um sonho abençoado. 

Cidade das águas, da pesca e do calor, 
O Pantanal, seu vizinho, é teu grande amor, 
Na flora e fauna, na vida que pulsa forte, 
Cáceres, és testemunha desse lindo norte. 

Na praça da Igreja Matriz, a história se revela, 
Em cada pedra, em cada rua, ela é bela, 
As tradições se misturam, num encontro plural, 
Cáceres, és um livro vivo, um museu natural. 

Imagem de um passado, com fé e muita devoção, 
Cáceres, és o retrato de uma terra de pura emoção, 
Na memória, no presente, no teu povo a lutar, 
Cáceres, és a alma do Mato Grosso a brilhar. 

Assim, junto ao rio, na cidade a sonhar, 
Cáceres, és um tesouro, és um lugar singular, 
Guardiã de uma história, de um passado a construir, 
Cáceres, és a joia de Mato Grosso a reluzir. 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Em homenagem aos 245 de Cáceres, MT

terça-feira, 3 de outubro de 2023

Cáceres é farol que ilumina

Em Cáceres, cidade de sonhos e magia, 
O passado e o presente se entrelaçam com alegria. 
Nas margens do rio, no coração do cerrado, 
A história ancestral é um tesouro resguardado. 

Cáceres, berço de memórias e tradições, 
Guardiã das histórias de muitas gerações. 
Seus casarões coloniais contam segredos mil, 
Do tempo em que o sertão era um vasto covil. 

No toque suave do vento no pantanal, 
Ecoam vozes antigas, um canto sem igual. 
Os povos originários, a cultura a florescer, 
Em cada dança, em cada canto, a história a renascer. 

Cáceres, terra de lutas e resistência intensa, 
Onde a liberdade foi a grande recompensa. 
Nas águas do Rio Paraguai, a vida a pulsar, 
Cáceres, em teu seio, nosso orgulho a ecoar. 

No sonho ideal de um mundo mais justo e igual, 
Cáceres é farol, guia-nos nesse ideal. 
Comunidade unida, com amor e em prece, 
Cáceres, és a esperança que o coração aquece. 

Em cada praça, em cada rua, em cada coração, 
Cáceres, tu és luz na escuridão. 
Com tuas memórias, com tua história a brilhar, 
Cáceres, és o sonho que nunca irá se apagar. 

Assim, em versos, celebro Cáceres com paixão, 
Cidade de encantos, de sonhos e tradição. 
Que o tempo preserve tua beleza sem igual, 
Cáceres, és eterna, és nosso patrimônio cultural. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Em homenagem aos 245 anos de Cáceres, MT

segunda-feira, 2 de outubro de 2023

Cáceres, símbolo de lutas

Cáceres, cidade de encanto e bela história, 
Às margens do Rio Paraguai, tão gloriosa, 
Bicentenária, és berçário da vida pantaneira, 
Onde a poesia da natureza é verdadeira. 

Teus horizontes se estendem aos infinitos, 
O Pantanal, tesouro que reluz de tão bonito, 
Águas serenas refletem teus encantos singelos, 
Cáceres, nos corações, preenche cantos belos. 

Tua poesia se tece nas águas calmas, 
Nas aves que voam, nas matas, nas palmas, 
Na alma hospitaleira de teu povo gentil, 
Que acolhe a todos com sorriso a mil. 

Bicentenária, Cáceres, és símbolo de luta, 
Na construção desta terra, tens gente na labuta, 
Guardiã da tradição, da cultura e da vida, 
Teus filhos honram tua história tão querida. 

Rio Paraguai, teu companheiro eterno, 
Nas tuas margens, o amor é sempre tão terno, 
Que aquece os corações em teu encanto, 
Cáceres, cidade que a todos abriga em seu canto. 

Que sigas, Cáceres, em tua jornada, 
Com tua beleza sempre aclamada, 
Poética, hospitaleira, tão encantadora, 
Cidade bicentenária, és muito inspiradora. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Obs. Em homenagem aos 245 anos da Princesinha do Rio Paraguai.

sexta-feira, 15 de setembro de 2023

O rio e o por do sol

No leito sereno do Rio Paraguai a brilhar, 
O sol se despede, num espetáculo singular. 
Pintando o céu com tons de laranja e dourado, 
No horizonte distante, ele vai embora, emoldurado. 

As águas refletem o céu em chamas, 
Enquanto a leve correnteza murmura melodias calmas. 
O rio serpenteia, abraçando a natureza com amor, 
E no crepúsculo dourado, revela seu esplendor. 

Os pássaros dançam em raios de luz, 
Cantando canções que aquecem o coração, seduz. 
A brisa suave acaricia as margens do cais com ternura, 
Neste momento sublime, a alma encontra a doçura. 

O rio e o por do sol, uma dança encantada, 
Unidos no horizonte, em uma cena aclamada. 
É um espetáculo eterno, que a cada dia se renova, 
Onde a natureza e o tempo, em harmonia, se entrelaçam, prova. 

Assim, diante desse rio de sonhos e de luz, 
Nossos olhos contemplam a beleza que seduz. 
E no por do sol singular, agradecemos com devoção, 
Pela vida, pelo amor, por essa sublime visão. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense
Imagem: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Etrúria

No cais de Cáceres, em dia sereno, 
Chegou o Vapor Etrúria, majestoso e pleno. 
Com fumaça e apito, sua chegada anunciou, 
Histórias e aventuras, em seus porões guardou. 
 
Das águas navegadas com destemido fervor, 
Trouxe consigo o passado, um tesouro de valor. 
Em seu convés, olhares curiosos se encontraram, 
A cidade acolhendo, todos os olhos brilharam. 
 
Das margens do rio, os aplausos ecoaram, 
Homens e mulheres, suas mãos se juntaram. 
Marujos experientes, rostos enrugados pelo vento, 
Histórias do mar revividas, a cada movimento. 
 
Em suas entranhas, mercadorias diversas repousam, 
Sonhos e desejos, nos porões se entrelaçam e encontram. 
Etrúria, navio de ferro e vapor impulsionado, 
A jornada do oceano ao rio, corações tem conquistado. 
 
Cáceres se enfeita para receber essa visita, 
Vapor Etrúria, em suas águas, a cidade se agita. 
Histórias de viagens distantes, agora compartilhadas, 
No cais de Cáceres, memórias eternas são criadas. 
 
Assim, o Vapor Etrúria, com sua aura de magia, 
Chega ao cais de Cáceres, trazendo alegria. 
Nas águas do rio, sua presença é um espetáculo, 
Uma ode à viagem, ao passado e ao belo. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 7 de abril de 2023

As nuvens e as águas do Rio Paraguai

Qual é a cor perfeita da beleza? 
Será quando o céu beija o Rio Paraguai? 
Quando as nuvens 
Deslizam suavemente pelo esplendor das águas 
E o vento sorri com a formosura 
Que encanta o olhar? 

Se há uma beleza maior 
Os meus olhos ainda não viram 
Uma pintura tão maravilhosa 
Do que o encontro 
Entre as nuvens, o céu azul 
E as águas do Rio Paraguai... 

Pode até haver céu mais bonito 
Mas nunca com tanta harmonia 
Com as cores na Princesinha 
Momentos que transbordam e nos transportam 
Em fração de minutos 
Ao paraíso no olhar da alma. 

Diante de tanta beleza e majestade 
A alma do poeta respira 
Suspira a felicidade 
De existir em tão exuberante lugar 
E poder amar 
O que os olhos contemplam. 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Imagens: Alex Dalfito 
Lugar: Rio Paraguai, Cáceres - MT




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Observo o lugar onde sou feliz

Um entardecer 
O por do sol 
A tranquilidade de um lugar 
Pintura feita pelo Criador 
Na calmaria de um fim de tarde 
Observo o lugar onde sou feliz! 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Imagens: Odair José, Poeta Cacerense






sábado, 4 de fevereiro de 2023

Águas turvas

Aqui é um lugar muito bom 
Tem suas belezas 
Nos olhos de quem consegue as enxergar 
Um final de tarde em observação 
Alguns minutos para vislumbrar 
As águas turvas do rio 
Que já começa o seu ciclo de cheia.
 
Suas margens estão poluídas 
Por causa do ser humano 
E isso não se pode deixar de notar 
Mas ele resiste bravamente 
Carrega consigo, além dos aguapés, 
A vontade de sobreviver 
E por isso não deixa de sonhar.
 
Quem sabe um dia 
Haverá uma maior conscientização 
E o rio terá uma proteção 
Quem sabe um dia 
Alguém irá dizer com alegria 
Que o rio nos ensina a sobreviver 
Porque não quer de forma nenhuma morrer. 

Poema: Odair José, Poeta Cacerense
Imagens: Odair José




quarta-feira, 22 de junho de 2022

Vai no cais pra ver

Quem nunca viu o rio amanhecer 
Vai no cais pra ver 
O deslizar das águas silenciosas 
Deixar as almas sensivelmente manhosas. 
 
O rio já não tem mais a beleza de outrora 
O ser humano conseguiu destruir 
Resta as lembranças de tempos bons, e agora 
O que se foi tentam reconstruir. 
 
Hoje a natureza é explorada 
Para que se tenha o desenvolvimento 
Esquecem que ela só deseja ser cuidada 
Para continuar em nosso pensamento. 
 
Quem nunca viu o rio no entardecer 
Vai no cais pra ver 
O sol que se põe no horizonte distante 
Nos faz lembrar: preservar é importante! 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense
Imagem: Odair José, Poeta Cacerense

quinta-feira, 9 de junho de 2022

Cáceres, Paixão de Poeta - Vídeo!


Cáceres, Paixão de Poeta no YouTube! 
 
Cáceres, Princesinha do Rio Paraguai falada 
Cidade de luzes e encanto 
Feita de flores, calor e acalanto 
Pelo sol brilhante sempre iluminada. 
 
Banhada pelo Rio Paraguai caudaloso 
Cercada de florestas pantaneiras; 
Frondosos capins como esteiras, 
Lagoas e animais lindos e formosos. 
 
Capital Internacional da pesca 
Região pantaneira do Turismo; 
Conquistando espaço e patriotismo 
Onde todos participam de festa. 
 
 Cidade de lindas garotas 
D’aquelas que exalam perfume por onde passa; 
Sua beleza encanta e realça 
Por serem belas, meigas e marotas. 
 
Cáceres, por ti tenho imenso amor, 
Pois nesse silêncio que encontro em ti; 
Escrevo minhas poesias, feitas aqui 
E que um dia terá imenso valor. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

sábado, 16 de abril de 2022

Magnífica Cáceres!

Cáceres querida 
Cantada em versos e canções 
És tão magnífica 
Encantas os olhares 
Que param para te ver! 

 Magnífica Cáceres 
Como não encantar com tua beleza 
Tua indubitável singeleza 
Imponente pintura 
Que em ti vejo florescer! 

 Cáceres de encantos mil 
De majestosa formosura 
És tu para sempre 
O lugar mais amado da terra 
A perfeição do Criador! 

 Magnífica Cáceres 
De graciosidade exuberante 
Que alegra os nossos olhos 
E faz com que vejamos 
A magnitude do amor! 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Imagens: Odair José, Poeta Cacerense









terça-feira, 12 de abril de 2022

Um por do sol cacerense

Se perguntares quem fez isso 
Responda alegremente 
A mão de Deus deu a tonalidade 
O encanto 
E a beleza do Pantanal... 
 
Um por do sol cacerense 
Uma maravilha do Criador 
E, nessa tua beleza, 
Oh! Majestoso Rio 
Descrevo-te a minha nostalgia 
Nos versos alegre 
Dessa singela poesia! 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense 
Imagens: Odair José, Poeta Cacerense






 

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Ao olhar para o rio

Eu nasci às margens do Rio Paraguai 
Nele brinquei quando criança 
E venho contemplar a sua beleza 
Sempre que posso. 
Ao olhar para o rio 
Eu deixo a minha imaginação voar 
Quantas histórias carregam suas águas 
E quantas vidas vivem em suas memórias. 
O rio tem sua trajetória 
Carrega consigo as lembranças 
De quando era apenas da natureza 
Antes do ser humano o degradar. 
Tristemente observamos 
A destruição que fazem contigo 
Jogam lixo e esgoto 
Manchando suas águas antes tão limpinha. 
Ao olhar para o rio 
Fica o desejo de eternizar-te 
Nos versos do poeta sentado em sua orla 
Para que lembres o quanto és importante. 
Que nós possamos ter mais consideração 
Olhar com mais carinho para o rio 
Que possamos cuidar do que ainda resta 
Do rio que trás tantas belezas para a cidade. 

 Poema: Odair José, Poeta Cacerense

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

O triste lamento do Rio Paraguai

Podes conter às lágrimas ao ver toda essa triste realidade? 
Onde estão suas águas? 
Nem mesmo as lágrimas conseguem preencher o vazio 
E as areias estão a mostra 
O descaso que fazem contigo 
Os dejetos que jogam em ti 
É de cortar o coração. 
Em minha memória estão aqueles tempos 
Que caudaloso corria esplendorosamente 
E cantavas a tua beleza em poemas e canções 
E as crianças brincavas em teu leito 
No Daveron 
Do alto da ponte via-se a magnitude de um rio a deslizar 
E não se vê nada mais do que um espectro de silhueta 
O rio se foi 
Resta a triste marcas de um filete de água 
Que tenta resistir a destruição humana. 
Ah! Que dor no coração 
Que tristeza ao ver-te secar sem poder fazer nada 
A não ser um triste poema de lamento 
Rio Paraguai outrora tão majestoso 
A embelezar o cais da Praça Barão 
E agora não mais 
Só um triste cenário coberto por fumaça 
Desespero de uma geração 
Que lamentavelmente deixa o rio morrer. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense