domingo, 17 de janeiro de 2021

Neste amor vou acreditar

Tenho em mim um grande amor 
Que me faz o tempo todo sonhar; 
Que afasta do meu coração a dor 
Por isso nele estou sempre a falar. 
 
Sinto no coração o esplendor 
A felicidade de com você estar; 
Não se fala mais em rancor 
Pois, com você, o destino é caminhar. 
 
Você é, deste jardim, a mais linda flor 
Que nos meus sonhos estou a amar; 
É o sol que ao coração dá calor 
Por isso, neste amor, vou sempre acreditar. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

sábado, 16 de janeiro de 2021

Jesus, Nosso Salvador

O Senhor é nosso poderoso salvador 
É o grande Redentor onipotente 
Jesus sempre será nosso bom Pastor 
E o nosso advogado onisciente. 
 
Ele morreu por mim, o cordeiro imaculado, 
Que seu precioso sangue derramou 
Com seu sacrifício limpou meus pecados 
E da morte certa minha alma resgatou. 
 
O Senhor é meu abrigo sempre certo 
Só Ele pode salvar o pecador 
Ao descanso nos convida de braços abertos
Pois é o Senhor, o Nosso Salvador! 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

A assolação do coronavírus

Um vírus que saiu de sua morada 
Um destruidor entre as nações 
Ele partiu de seu lugar 
Para fazer uma grande desolação na terra. 
Grandes vozes de lamento se ouvem 
Muitos desmaiando de terror no coração 
Um vento seco se espalha pelo mundo 
E o oxigênio falta as pulmões 
Como respirar se falta o ar? 
A destruição é tão ligeira quanto o voo das águias 
E se ouve os gritos pelos corredores. 
 
A calamidade é anunciada aos quatro ventos 
E proclamada em todas as nações. 
Ah! O meu coração está ferido, contorce de dor 
Meu coração geme e não consigo me calar 
Destruição sobre destruição se ouve na terra 
E não se pode abrir mais as cortinas 
Até mesmo os pássaros não ouço mais 
E observo que a terra está assolada. 
 
A impressão que temos é que o universo inteiro 
Está assolado pela praga 
O vírus causa a desordem e a destruição. 
Ninguém está seguro do mal invisível 
Que se alastra sorrateiramente 
E as almas desmaiam diante dessa ameaça. 
 
Muita gente vestindo suas roupas de luto 
Chorando e gritando de tristeza e dor 
Sem poder velarem os seus entes queridos. 
E alguns tolos imbecis nas baladas, nas praias, 
Como se nada estivesse acontecendo. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Existe um amor em mim

Existe no meu coração 
Um amor que vi nascer; 
Surgiu em mim uma paixão 
Que hoje me ajuda viver; 
Do meu peito fugiu a ilusão 
E vejo esse amor crescer; 
Já não existe mais solidão 
E te amarei até morrer! 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Singela poesia

Deixo aqui falar o meu coração 
Que eu sempre vou te amar; 
Você dissipou de mim toda ilusão 
E eu vivo com você a sonhar. 
 
Por toda minha vida quero viver 
Com você este grande amor; 
Você é a luz do meu alvorecer 
Que enche meu coração de esplendor. 
 
Com você eu tenho muita felicidade 
Não vivo mais na completa solidão 
Porque você é minha melhor melodia. 
 
Longe de você eu só teria saudade 
Porque você desperta em mim a paixão 
Que descrevo nesta singela poesia. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 12 de janeiro de 2021

O caminho do coração

Nem mesmo se você quisesse poderia saber 
Não há como entender os pensamentos 
Que se escondem na solidão de um desespero 
E conhecer o caminho do coração 
Só há esperança quando ainda há o amor 
Quando pode-se esperar que haja o reencontro 
De almas que já não se falam mais. 
Tudo parece-me tão deserto 
Por onde vão os meus passos na manhã fria 
E este caminho tão solitário 
Percorre os espaços de um coração vazio 
Que não pode mais ver os seus olhos. 
Há motivos para acreditar 
Que um dia possamos caminhar juntos outra vez? 
Responda-me, se puder olhar em meus olhos. 
O seu silêncio, no entanto, prova-me que não podes 
Então sigo meu caminho sem você por perto 
Não posso deixar de sonhar com o que há 
Além do horizonte destino. 
Sigo, então, o caminho do coração 
Para ver se encontro a minha paz tão desejada 
No amor que um dia sorriu para mim. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Outra canção de amor

Meus olhos sempre procuram os seus 
Na esperança de ver aquele amor 
Tão meigo como a linda flor 
Que nasce no jardim dos sonhos meus. 
 
Quero cantar uma outra canção de amor 
Que revele o profundo do meu coração 
E o sentimento de uma grande paixão 
Como o sol em um dia de esplendor. 
 
Esse amor que minha alma sente 
É um amor singelo, envolvente 
Que meu coração deixa sempre carente. 
 
Ao te ver sempre bela e contente 
Sinto no peito um amor ardente 
Que me faz ser o mais feliz dos viventes. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

domingo, 10 de janeiro de 2021

Silenciosa sombra da solidão

Como posso dar-me ao luxo de não pensar em você? 
Não existe forma mais singela no universo 
Nada que possa afastar-me 
Do momento singelo que que a tenho nos meus pensamentos 
E não a consigo esquecer. 
Lá fora ouço o vento 
E imagino as folhas amarelas caídas ao chão 
Uma silenciosa sombra da solidão. 
Sinto em meu peito uma ausência 
Que torna minhas noites mais frias. 
Tudo poderia ser mais bonito 
Se eu não tivesse o medo de viver sem você. 
Mas, meu coração tão sensível 
Parece não encontrar outra saída. 
Olho agora para o quadro na parede 
A luz é fraca e não vejo seu sorriso 
Na imagem desbotada pelo tempo 
Apenas uma silenciosa sombra da solidão 
Que atormenta meu coração. 
Resisto ao desejo de abrir a janela 
No fundo da alma eu sei que não há mais esperança 
O que me resta é a dor da saudade 
Que levarei comigo para sempre. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

sábado, 9 de janeiro de 2021

Num piscar de olhos

Antes que tivesse fim 
A ausência que invadia meu coração 
Seus olhos negros 
Mostraram-me uma nova razão. 
 
Como um pássaro alado 
Procurei o seu carinho no alvorecer 
Depois de uma noite fria 
Precisava dele para continuar a viver. 
 
Por algum tempo 
Pensei não ter mais o seu amor 
Pois a saudade queria 
Preencher meu coração de dor. 
 
Num piscar de olhos 
Vi você em minha direção caminhar 
Seu sorriso tão singelo 
A revelar-me o quanto é bom te amar. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Eu e você

Eu e você fazemos parte do mundo 
Encontramo-nos no momento certo e único 
Onde os caminhos se cruzaram. 
Faço parte da sua vida e dos seus sonhos 
E você vive em meu coração. 
Mas, existe o inverso na vida 
Onde você não é mais que uma miragem 
Ofuscada pelas areias do tempo. 
Eu e você fizemos as malas 
E não sabemos para onde irmos. 
Eu preciso de você para seguir no caminho 
E você sabe caminhar sem depender de mim. 
Triste vida a sonhar com seus beijos 
Seus carinhos que não são meus. 
Eu e você somos de um universo paralelo 
Vivo a sua vida sem esquecer o seu sorriso 
Você sabe andar na escuridão sem minha luz. 
Sou um andarilho vagando sozinho pelas noites 
Desejando encontrar-te em uma esquina qualquer 
E você não está em lugar nenhum. 
Você voa por entre as árvores do jardim 
Como um pássaro solto no ar 
Sabe viver a liberdade que eu não tenho. 
Sou um anjo com as asas quebradas 
Que não sabe a direção certa dos seus olhos 
E vive a incerteza do amanhã. 
Eu e você somos anjos. 
Você é um anjo que acalenta minha vida 
Suas asas são perfeitas e cheias de carinho 
Mas, não sinto seu calor porque não estão aqui. 
Um anjo rebelde que se afasta de mim 
Não se preocupa com minha angustia 
E não se importa com meu corpo frágil e sozinho. 
Eu e você somos o inverso do universo. 
Sou você em cada respiração 
Em cada olhar, em cada brisa do amanhecer. 
Sua vida é o que dá vida a minha vida. 
E você não está aqui. 
Você é o desespero da madrugada fria 
Quando me vejo sozinho. 
Eu e você estamos na mesma estrada 
Só que você caminha em outra direção 
Às margens frias da displicência 
Não dá a mínima atenção ao meu amor. 
Cabeça erguida como se o mundo a pertencesse 
Você segue firme em sua decisão 
De não dar vida a esse sentimento. 
Eu e você estamos juntos. 
Olho firme em seu olhar e contemplo seu coração 
Ele deseja o amor sincero para ser feliz 
E resiste em não me aceitar. 
Eu e você não conseguimos esconder as lágrimas 
Que insistem em escorrer de nossos olhos 
Na medida em que o amor aumenta. 
Você tem medo. 
Medo de sofrer outra vez como a muito sofreu. 
Medo de se entregar a um amor que mente 
Para seu coração tão singelo. 
Somos feitos de solidão. 
Posso ter todas as mulheres do mundo 
E mesmo assim meu coração te procura. 
Suas mãos tremem ao tocar as minhas 
E você sabe que precisa viver esse amor 
Sabe que precisa acreditar no sonho. 
Eu e você já sofremos muito 
E a desilusão faz o coração temer outro amor 
Mas, preciso de você para viver. 
Preciso do seu carinho, do seu amor 
Preciso do seu olhar e das suas mãos 
A conduzir meus passos trôpegos e inseguros. 
Quero muito você perto de mim 
Para me orientar no caminho certo 
Que encontrei no seu olhar. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

É você!

Abro meu coração e deixo sair 
Livro-me do silêncio e quero falar 
Que no meu peito há um sentimento 
Um só desejo que é o de te amar. 
 
Fecho os meus olhos e vejo você 
Que sobrevoa todos os espaços do coração 
São nuvens de pura ternura ao sentir-te 
Afastando de mim toda triste solidão. 
 
Você é a estrela mais brilhante 
Que enfeita as minhas noites 
E aponta para o meu mais lindo alvorecer. 
 
É você a musa dos meus sonhos 
A mulher mais incrível da minha vida 
E nunca, jamais, vou te esquecer. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

A delicadeza das sombras

Quero apenas olhar para você 
E apreciar essa beleza tão singular 
Com os seus olhos quero sonhar 
Seu sorriso tão sedutor 
Fala ao meu coração de amor 
E para mim você é um sonho. 
Sonho tão lindo de sonhar 
Que não desejo dele acordar. 
Você tem a beleza das flores 
O brilho do sol 
E a delicadeza das sombras. 
Queria ser poeta 
Para poder, em palavras, expressar 
Toda magia que existe em seu olhar 
E a meiguice do seu sorriso 
Até penso que é isso que preciso 
Deixar-me ser conduzido ao seu coração. 
Tu és a expressão viva do sentimento 
Tão bela que não sai do pensamento 
Mesmo quando quero esquecer. 
Você é o encontro dos olhos meus 
A força incrível do amor 
Que quero sentir por todo meu viver. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Visões em desarrumo

Embora eu sinta uma terrível dor 
Não penso em parar pelo caminho 
Apesar de ver tantas atrocidades 
Provocadas pelo ser humano sem amor. 
 
Há uma solidão nos tristes corações 
De almas que perambulam pelas avenidas 
Nem todas estão pelas calçadas frias 
Algumas em ricos palacetes, mas sem emoções. 
 
Triste geração a que vivemos 
Onde os sentimentos são ofuscados 
E a humanidade caminha fora do prumo... 
 
Fecho os olhos quando tento dormir 
E observo fatos e acontecimentos 
Que virão nas minhas visões em desarrumo. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Não sou

Não sou juiz para te julgar 
Por isso pode fazer o que quiser; 
Também não sou ator para fingir 
Não me importo com o que vier. 
 
Não faço questão de ter uma pátria para amar 
Pois não sou político para mentir; 
Não sou falso profeta para enganar 
E não tenho líder para seguir. 
 
O que vejo é o soberbo a profanar 
E o papa a mentir; 
Lamento pelo soldado que vive a lutar 
Pois não tenho armas para ferir. 
 
Não sou o vilão para aterrorizar 
O mundo já tem sua própria ilusão; 
Nem mesmo sou o herói que irá te salvar 
Das angústias que roubam seu coração. 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

Profecia

Então será dessa forma terrível 
Para alguns 
Alegre para outros 
Um dia Ele vai surgir 
Pertencente a uma dinastia superior 
Virá triunfante 
Com alarido e voz de Arcanjo 
Ele é poderoso 
Vistoso 
Como o raio de sol no alvorecer 
O Filho do Homem. 
Nesse dia 
Cairá por terra os rebeldes 
Os violentos serão esmagados 
E não haverá lugar para os mentirosos.
Alegrai-vos, ó pequenos da Terra! 
O fim dos rebeldes é chegado 
O tempo da paz 
O tempo da cura 
Em seus braços os humildes podem descansar 
Em suas mãos o bálsamo 
Em seu olhar o amor. 
Alegrai-vos, ó pequenos da Terra! 
O Filho do Homem 
Traz em seus braços a salvação! 
 
Poema: Odair José, Poeta Cacerense