Se acham gigantes, mas tropeçam no próprio ego.
Confundem barulho com importância.
Acreditam que pose é sinônimo de poder.
Quando falam,
A inteligência sai pela porta dos fundos.
São especialistas em nada.
Reis de tronos de papel molhado.
Carregam coroas de latão enferrujado.
Se vendem como faróis,
Mas mal servem de vela apagada.
Acham que encantam, mas só entediam.
A cada frase, revelam o vazio que tentam esconder.
A cada gesto, reforçam a caricatura que são.
No fundo, o ridículo é sua verdadeira coroa.
Poema: Odair José, Poeta Cacerense

Nenhum comentário:
Postar um comentário